Varejo de portas abertas: FCDL MS e CDL CG apresentam ao MPE MS uma solução para aquisição de vacinas

A presidente da Federação das CDLs de Mato Grosso do Sul, Inês Santiago, e o presidente da CDL Campo Grande, Adelaido Vila, estiveram na Procuradoria Geral de Justiça de Mato Grosso do Sul, nesta quarta-feira (16), para apresentar ao Procurador Geral de MS, Alexandre Magno, uma alternativa que pode ser a solução para a compra das vacinas contra a Covid 19 e pedem apoio para que a mesma seja levada ao Governo do Estado e Prefeituras.

Inês enfatizou que, diante de tantas restrições e perdas de vidas, a vacinação da população é a melhor alternativa. “Entendemos que somente a vacina nos trará de volta à normalidade. Por isso, estamos há aproximadamente 60 dias buscando alternativas, conversando com alguns representantes de empresas, laboratórios e encontramos a Global Sales Vaccine, que tem respondido a todos os nossos questionamentos e apresentou uma proposta muito interessante”.

Presidente da FCDL MS Inês Santiago, Procurador-geral de Justiça de MS Alexandre Magno e o presidente da CDL CG Adelaido Vila

“Somos uma entidade privada, não temos poder de fiscalização ou polícia, mas até onde pudemos averiguar, esta pode ser uma solução viável para o Estado e contamos com a força e idoneidade do MPE MS, por meio de seu Procurador Geral, para nos auxiliar”, completou a presidente.

O presidente da CDL CG pontuou que as entidades não desejam politizar a vacinação. “Nosso objetivo é sair dessa guerra política que está se instalando e fazendo muito mal a nossa sociedade, por isso trouxemos essa alternativa diretamente ao MPE, que é um órgão isento e que tem demonstrado todo o interesse em dar a melhor solução para todas as questões que envolvem a pandemia”.

Ao Procurador, Adelaido Vila relatou ainda que as mudanças abruptas nos critérios do Prosseguir causaram muita apreensão nos varejistas e que a entidade já solicitou ao Governo de Mato Grosso do Sul que reclassifique o setor para baixo risco. “Protocolamos junto ao presidente do Comitê do Prosseguir, secretário Sergio Murilo, um pedido de reclassificação do setor, apresentando dados sobre a baixa contaminação dos funcionários (6,57%) e também os rígidos protocolos de segurança que seguimos desde o início da pandemia”.